
Título: Lampião: Corpo Fechado
Autor: Ivonaldo Guedes
Sinopse: Em 1994, dois ex-cangaceiros sobreviventes da chacina de Angico e um ex-soldado da volante que atacou Lampião, revelam a um oficial da Polícia Militar da Paraíba, (tenente Guedes) detalhes e segredos que aconteceram na semana do ataque feito pelas tropas do tenente João Bezerra ao bando de Lampião, em Angico. Os sobreviventes descrevem com riquezas de detalhes como escaparam do ataque, já o ex-volante, narra o plano covarde e falho montado pela polícia para matar Lampião, mas que culminou com a morte de onze cangaceiros e um soldado. Utilizando notas de rodapé, o autor mostra que, na literatura sobre o cangaço, existem subsídios para confirmar a história contada. O livro mexe com o imaginário do povo nordestino que, no fundo, nunca acreditou na morte do seu “herói” naquela madrugada de 28 de agosto de 1938.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lampião: Corpo Fechado”, de Ivonaldo Guedes, publicado pela editora Idéia, em 2007 e com 186 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Idéia
Páginas: 186
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Ideia costumam apresentar uma leitura que transita entre o acadêmico e o narrativo, com foco em temas que vão da literatura brasileira clássica e contemporânea a estudos culturais e históricos. A experiência de leitura varia entre análises críticas de obras literárias, reflexões sobre movimentos sociais e culturais, e relatos que misturam ficção com elementos reais, criando um clima que ora é denso e reflexivo, ora acessível e envolvente. O catálogo indica um interesse por textos que dialogam com a história, a cultura popular e questões sociais, frequentemente com um tom de investigação e aprofundamento, mas também com espaço para vozes juvenis e temáticas atuais. A diversidade do material sugere obras que podem ser mais analíticas e outras mais narrativas, contemplando públicos que buscam tanto o estudo quanto a imersão em histórias com carga simbólica e contextual.
