
Título: Late Fame
Autor: Arthur Schnitzler
Sinopse: First English publication of a recently rediscovered novella by one of the greatest European writers One seemingly ordinary evening, Eduard Saxberger arrives home to find the fulfilment of a long-forgotten wish in his sitting room: a visitor has come to tell him that the youth of Vienna have discovered his poetic genius. Saxberger has written nothing for thirty years, yet he now realises that he is more than merely an Unremarkable Civil Servant, after all: a Venerable Poet, for whom Late Fame is inevitable – if, that is, his new acolytes are to be believed… Arthur Schnitzler was one of the most admired, provocative European writers of the twentieth century. The Nazis attempted to burn all of his work, but his archive was miraculously saved, and with it, Late Fame. Never published before, it is a treasure, a perfect satire of literary self-regard and charlatanism.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Late Fame”, de Arthur Schnitzler, publicado pela editora Pushkin Press, em 2015 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Pushkin Press
Páginas: 160
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781782271321
Sobre a editora
Os livros da editora Pushkin Press costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou sociais específicos, como a Europa do século XX ou pequenas comunidades isoladas. O catálogo privilegia histórias que exploram conflitos internos profundos, dilemas morais e o impacto do passado na vida dos personagens, com um tom que varia entre o irônico e o sombrio. Há obras que transitam entre o drama psicológico e o suspense, além de textos que revelam uma prosa precisa e econômica, valorizando a construção cuidadosa do ambiente e da atmosfera. A diversidade no ritmo é perceptível: algumas obras são mais contemplativas e introspectivas, enquanto outras apresentam tensão crescente e envolvimento emocional intenso.
