
Título: Le chinois de la douleur
Autor: Peter Handke
Sinopse: Andréas Loser, professeur de lettres dans un lycée de Salzbourg, est archéologue amateur à ses heures, spécialiste du dégagement des seuils des maisons antiques. En disponibilité ou en congé, on ne sait, il se rend à l'autre bout de la ville à une partie de tarots sur le Mönchsberg, l'un des "monts de ville " de Salzbourg. En route il surprend l'Ennemi, un dos, en train de peindre des croix gammées sur les arbres. Le monde alors s'obscurcit, toute lumière s'en retire et il ne reste que le meurtre - mais en est-ce même un ? -, simple geste de mort dans un monde mort. L'Ennemi une fois jeté par-dessus bord, la partie de cartes a lieu, mais autrement que d'habitude. Désormais le monde est décalé, déjanté. S'il n'y avait le cri de l'enfant débile et s'il n'y avait le meurtre, une perception nouvelle, une autre façon de voir seraient possibles. Le livre montre cela : la vie, les choses après la Révélation de l'imperceptible différence.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le chinois de la douleur”, de Peter Handke, publicado pela editora Editions Gallimard, em 1986 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editions Gallimard
Páginas: 160
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2070706184
ISBN13: 9782070706181
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editions Gallimard oferece um mergulho em narrativas que transitam entre o histórico e o íntimo, com textos que exploram desde autobiografias densas até contos que revelam o lado mais cru e humano dos personagens. O catálogo privilegia uma prosa que valoriza a complexidade das relações sociais e psicológicas, frequentemente ambientadas em contextos históricos marcantes, como a Renascença ou o apartheid. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com histórias que podem ser tanto reflexivas quanto marcadas por conflitos dramáticos e intrigas. Em algumas obras, o ritmo é mais pausado e reflexivo, enquanto outras apresentam um desenrolar mais ágil e suspense, evidenciando a diversidade editorial.
