
Título: Le journal d'Anne Frank
Autor: Anne Frank
Sinopse: "Je vais pouvois, j'espère, te confier toutes sortes de choses, comme je n'ai encore pu le faire à personne, et j'espère que tu me seras d'un grand soutien." En 1942, la jeune Anne Frank a 13 ans. Elle vit heureuse à Amsterdam avec sa soeur Margot et ses parents, malgré la guerre. En juillet, ils s'installent clandestinement dans "l'Annexe" de l'immeuble du 263, Prinsenchracht. En 1944, ils sont arrêtés sur dénonciation. Anne est déportée à Auschwitz, puis à Bergen-Belsen, où elle meurt du typhus au début de 1945, peu après sa soeur. Son journal, qu'elle a tenu du 12 juin 1942 au 1er août 1944, est un des témoignages les plus bouleversants qui nous soient parvenus sur la vie quotidienne d'une famille juive sous le joug nazi. Depuis près de soixante-dix ans, la voix de cette jeune fille pleine d'espoir hante des millions de lecteurs dans le monde entier.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le journal d’Anne Frank”, de Anne Frank, publicado pela editora Le livre de poche, em 2013 e com 358 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le livre de poche
Páginas: 358
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253177369
ISBN13: 9782253177364
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
