
Título: Le naufrage des civilisations
Autor: Amin Maalouf
Sinopse: Depuis plus d’un demi-siècle, Amin Maalouf observe le monde, et le parcourt. Ses intuitions se révèlent des prédictions, tant il semble avoir la prescience des grands bouleversements de l’Histoire. Il s’inquiétait il y a vingt ans de la montée des « identités meurtrières » ; il y a dix ans du « dérèglement du monde ». Dans ce livre puissant et ample, il fait œuvre de spectateur engagé et de penseur, mêlant récits et réflexions, racontant parfois des événements majeurs dont il s’est trouvé être l’un des rares témoins oculaires, puis s’élevant en historien au-dessus de sa propre expérience afin de nous expliquer par quelles dérives successives l’humanité est passée pour se retrouver ainsi au seuil du désastre. Un sursaut s’impose, espère-t-il. Le paquebot des hommes ne peut continuer à naviguer ainsi vers sa perte.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le naufrage des civilisations”, de Amin Maalouf, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2020 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 384
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253820482
ISBN13: 9782253820482
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
