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Le Roman de la Rose

Título: Le Roman de la Rose

Autor: Guillaume de Lorris

Sinopse: Le Roman de la Rose est un récit codé de l’initiation amoureuse. A l’âge où « Amour prélève son péage sur les jeunes gens », le poète rêve qu’il entre dans le verger de Plaisir et s’éprend d’un bouton de rose. Malgré tous les obstacles, il parviendra à le cueillir et à le déflorer avant de s’éveiller. Le songe allégorique est ici un moyen d’investigation des mouvements obscurs de l’âme et de l’éveil des sens. Laissé en suspens par Guillaume de Lorris, le poème est achevé par Jean de Meun vers 1270. Le premier met en récit les motifs du lyrisme courtois. Le second, tout en abordant les grands problèmes philosophiques, scientifiques, moraux et sociaux de son temps, élabore une théorie provocante de l’amour et de la sexualité. A eux deux, ils proposent une somme poétique, amoureuse et intellectuelle d’une ampleur et d’une vigueur inégalées. La présente édition et la traduction qui l’accompagne sont entièrement nouvelles. Pour la première fois, le lecteur dispose en un seul volume du texte intégral du Roman de la Rose et de sa traduction en français moderne.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le Roman de la Rose”, de Guillaume de Lorris, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 1992 e com 1152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Le Livre de Poche

Páginas: 1152

Ano: 1992

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2253060798

ISBN13: 9782253060796

    Sobre a editora

    Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.

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