
Título: Ler, Escrever e Fazer Conta de Cabeça
Autor: Bartolomeu Campos de Queirós
Sinopse: Em sua trajetória como escritor, Bartolomeu Campos de Queirós já publicou mais de quarenta livros. Sua prosa poética, sempre tão humana e sensível, emociona o leitor durante toda narrativa. Em Ler, escrever e fazer conta de cabeça, a infância do narrador-personagem, ora marcada pela alegria, ora marcada pela dor, é recriada cuidadosamente. Os sentimentos vividos, os episódios significativos, as festas, as traquinagens e as brincadeiras infantis, as pessoas queridas não se perderam em sua lembrança. As palavras eram feitas de pedaços, e cabia à gente juntá-los. No escuro, com linha escura e cautela, eu ia arrumando as letras, somando partes com cuidado, sem pensar na palavra morfina, para não me aborrecer. E minha mãe, cada dia mais mofina, andava sem força para cantar e espantar o pavor.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Ler, Escrever e Fazer Conta de Cabeça”, de Bartolomeu Campos de Queirós, publicado pela editora Global Editora, em 2004 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 80
Ano: 2004
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526009400
ISBN13: 9788526009400
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
