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Les morts ont tous la même peau

Título: Les morts ont tous la même peau

Autor: Boris Vian

Sinopse: Videur dans une boîte de nuit, Dan ne vit que pour Sheila, sa femme, et l'enfant qu'il a eu avec elle. Un enfant que la société acceptera parce que sa peau est blanche. Dan, lui, est noir, d'origine, sinon de peau... Toute son existence repose sur ce secret. L'irruption de Richard, son frère, qui menace de tout révéler, en même temps que sa subite attirance pour une prostituée noire, vont bouleverser la vie de Dan. Lui qui, non sans remords, a tant voulu être un Blanc, ne serait-il au fond de lui-même qu'un " nègre " ? Boris Vian - alias Vernon Sullivan - nous donne ici, à la manière de Chandler ou Hadley Chase, bien plus qu'une dénonciation du racisme. Ces pages qui firent scandale, où la violence et l'érotisme se donnent libre cours, nous conduisent au plus profond de la folie d'un être qui ne se reconnaît plus, que la pression sociale a irrémédiablement dissocié de lui-même. Une sorte d'explosion intérieure qui le poussera au meurtre...

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Les morts ont tous la même peau”, de Boris Vian, publicado pela editora Christian Bougois Editions, em 1974 e com 210 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Christian Bougois Editions

Páginas: 210

Ano: 1974

Edição:

Linguagem: francês

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Boris Vian é um mergulho em universos onde o absurdo e o poético se entrelaçam com uma sensibilidade aguda para o drama humano. A prosa alterna entre momentos de leveza quase ingênua e passagens carregadas de melancolia, criando um contraste que mantém o leitor em constante tensão emocional. O ritmo pode variar, ora acelerado e cheio de reviravoltas, ora contemplativo e introspectivo, mas sempre permeado por uma imaginação fértil que desafia a lógica convencional. A construção dos personagens revela pessoas complexas, muitas vezes imersas em dilemas existenciais e afetivos, cujas relações são ao mesmo tempo delicadas e intensas. Além disso, há uma presença marcante do jazz e da cultura dos anos 1950, que colore o ambiente e o tom das histórias. Esse conjunto singular faz dos livros de Boris Vian uma experiência literária que provoca reflexão sobre o amor, a vida e a loucura, com humor, ironia e uma pitada de surrealismo.

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