
Título: Les Roses de Bagatelle
Autor: Madeleine Chapsal
Sinopse: Dans le bouillonnement des années 1950, c’est un amour fou qui explose entre un homme marié et une femme qui ne l’est pas. Tous deux ont la trentaine et Mathilde nous raconte sa joie d’aimer et d’être aimée.Mais son amant l’avertit qu’ils ne vivront jamais ensemble : si Léonard vient la voir tous les jours, il rentre tous les soirs dans son propre foyer, de l’autre côté de la Seine.Cet impossible et nostalgique amour est vécu vit dans le climat fiévreux et romanesque de la France d’après-guerre, laquelle se voulait si fortement « nouvelle ». Ce roman nous en restitue le charme par la grâce de ces deux amants qui s’en vont tous les jours dans la sublime roseraie de Bagatelle, à la recherche de la « rose bleue ». Comme s’ils avaient l’éternité devant eux.Mais peut-être l’ont-ils…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Les Roses de Bagatelle”, de Madeleine Chapsal, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2005 e com 251 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 251
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2253115770
ISBN13: 9782253115779
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
