
Título: Leviata: Ou Materia, Forma e Poder De um Estado Eclesiastico e Civil
Autor: Thomas Hobbes
Sinopse: “O grande Levitã chamado de República ou Estado […], que não é senão um Homem Artificial, embora tenha maior estatura e força que o homem natural, para cuja proteção e defesa foi planejado; nele, a Soberania é a Alma Artificial que tem a finalidade de dar vida e movimento a todo o Corpo; os Magistrados e outros Funcionários do Judiciário e do Executivosão as Juntas artificiais; as Recompensas e Punições (pelas quais, ligadas ao trono da Soberania, são movimentadas todas as juntas e os membros para que cumpram seus deveres) são os Nervos, que, no Corpo Natural, fazem o mesmo; a Prosperidade e as Riquezas de todos os membros particulares são a sua Força; o Sal us Poli (a segurança do povo), o seu Negócio; os Conselheiros, por quem todas as coisas que ele precisa saber a ele são sugeridas, são a Memória; a Equidade e as Leis são a Razão e a Vontade artificiais; a Concórdia é a Saúde; a Sedição, a Doença; e a Guerra Civil, a Morte. Por fim, os Pactos e os Acordos, a partir dos quais as partes desse Corpo Político foram inicialmente construídas, agregadas e unidas, são semelhantes àquele Fiat, Faça-se o homem, pronunciado por Deus na Criação.” Um dos maiores clássicos da filosofia política, o Leviatã – ou matéria forma e poder de um Estado eclesiástico e civil é considerado um dos primeiros e mais influentes tratados acerca da teoria do contrato social. A partir de uma profunda análise da natureza humana, Hobbes propõe uma reestruturação da sociedade baseada em um contrato social e no governo de um soberano absoluto. Produzido na efervescência da Guerra Civil Inglesa, este livro tornou-se um ícone do pensamento político moderno, centrado em um modelo de obediência à autoridade.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Leviata: Ou Materia, Forma e Poder De um Estado Eclesiastico e Civil”, de Thomas Hobbes, publicado pela editora Edipro, em 2019 e com 616 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Edipro
Páginas: 616
Ano: 2019
Edição: Cincias Humanas e Sociais
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572838961
ISBN13: 9788572838962
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,731
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 4,10
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Edipro revela um foco claro em obras densas e técnicas, voltadas principalmente para o campo do Direito e das ciências sociais aplicadas. O catálogo privilegia textos que combinam rigor acadêmico com atualizações legislativas, como manuais sobre legislação, compilações de normas jurídicas e análises aprofundadas de temas como direito penal, direito civil e filosofia do direito. A linguagem tende a ser formal e precisa, adequada a profissionais, estudantes e operadores do Direito, com obras que frequentemente apresentam notas explicativas, índices remissivos e atualizações legislativas recentes. Além disso, há espaço para clássicos da filosofia e da política, que dialogam com temas jurídicos e sociais, conferindo um tom reflexivo e histórico ao conjunto editorial.
