
Título: Lia D Castro: Em todo e nenhum lugar
Autor: Ana Raylander Mártis dos Anjos
Sinopse: Artista e intelectual, Lia D Castro (Martinópolis, São Paulo, Brasil, 1978) investiga como as relações de raça, classe, gênero e sexualidade se dão em situações de intimidade e vulnerabilidade. A artista utiliza prostituição como ferramenta de pesquisa e desenvolve sua poética a partir de encontros com seus clientes — homens cisgêneros, em sua maioria brancos, heterossexuais, de classes média e alta. Castro dialoga com seus clientes a fim de subverter dinâmicas de poder ou ameaças de violência que poderiam surgir nesses encontros, aliando história de vida e história social. Temas como masculinidade e branquitude, mas também cuidado e responsabilidade, são abordados nessas ocasiões e resultam em pinturas, gravuras, desenhos, fotografias e instalações que contam com a colaboração ativa desses rapazes. Lia D Castro: em todo e nenhum lugar acompanha a primeira exposição monográfica da artista em um museu brasileiro e conta com ensaios comissionados e reproduções de trabalhos que abrangem toda a sua carreira.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Lia D Castro: Em todo e nenhum lugar”, de Ana Raylander Mártis dos Anjos, publicado pela editora MASP, em 2024 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: MASP
Páginas: 192
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6557770586
ISBN13: 9786557770580
Sobre a editora
Os livros da editora MASP costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental com um olhar atento às artes visuais e suas conexões culturais e históricas. Muitas obras acompanham exposições realizadas no Museu de Arte de São Paulo, trazendo reproduções detalhadas de obras, textos curatoriais e ensaios que contextualizam artistas e movimentos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tanto trajetórias individuais, como as de artistas brasileiros e indígenas, quanto temáticas amplas, como ativismo, história social e práticas artísticas contemporâneas. O tom varia entre o analítico e o poético, com atenção a questões de identidade, memória e representatividade, frequentemente em diálogo com o presente.
