
Título: Like A Rolling Stone: Bob Dylan na encruzilhada
Autor: Greil Marcus
Sinopse: Acaba de ser lançado, pela Companhia das Letras, o livro Like a Rolling Stone: Bob Dylan na encruzilhada (capa ao lado). Escrito pelo crítico musical (o verdadeiro gênero dos “escritores malditos”), historiador cultural e jornalista de rock Greil Marcus, a obra analisa o impacto de Dylan na música e na cultural popular. Com uma linguagem acessível e argumentação sempre muito coerente, Marcus construiu uma reputação invejável no campo do jornalismo cultural ao empregar métodos acadêmicos para dar sustentabilidade aos textos que produz. Nesse título — um dos mais importantes na obra do escritor, editado originalmente em 2005 — não é diferente: retrocendendo e avançando no tempo, o autor prova que a influência de Dylan no rock é tamanha que o torna um dos maiores gigantes do gênero, com uma importância musical e cultural comparável aos Beatles e aos Rolling Stones.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Like A Rolling Stone: Bob Dylan na encruzilhada”, de Greil Marcus, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2000 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 256
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
