
Título: L'île et une nuit
Autor: Daniel Maximin
Sinopse: Le vent se lève sur la Guadeloupe, la mer gonfle autour de l’île : le cyclone approche. Marie-Gabriel, seule dans sa vieille maison créole, se prépare au déluge. Elle cloue les portes et les fenêtres, rassemble ses bougies, fait provision d’eau et de nourriture. Les sept prochaines heures seront intenses, remplies de nostalgie et de souvenirs. D’espoir aussi.Daniel Maximin est né à la Guadeloupe en 1947. L’Ile et une nuit s’inscrit dans la lignée de ses deux premiers romans disponibles en Points : L’Isolé Soleil et Soufrières. Son dernier récit autobiographique Tu, c’est l’enfance a reçu le Grand Prix de l’Académie française Maurice-Genevoix et le prix Tropiques.« Une voix qui nous entraîne au cœur de la Guadeloupe. »La Vie
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’île et une nuit”, de Daniel Maximin, publicado pela editora Éditions du Seuil, em 1995 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Éditions du Seuil
Páginas: 176
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 2020564769
ISBN13: 9782020564762
Sobre a editora
Os livros da editora Editions Du Seuil convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a sociedade e a história, com um olhar que atravessa tempos e espaços variados. O catálogo privilegia obras que exploram tensões sociais, como as diferenças de classe nas guerras, as complexidades das relações humanas e as contradições da imigração. A leitura é marcada por um tom denso e analítico, muitas vezes filosófico ou histórico, que não se limita a narrativas lineares, mas se aprofunda em múltiplas perspectivas e interpretações. As obras apresentam um equilíbrio entre textos mais ensaísticos, que dialogam com a filosofia e a psicanálise, e narrativas que trazem histórias pessoais ou coletivas em contextos geográficos específicos, como a África ou o Magrebe. Essa diversidade sugere um catálogo que valoriza tanto a análise crítica quanto a experiência literária, com ritmo que pode variar do rigor acadêmico a uma prosa mais envolvente e até irônica.
