
Título: Lina Bo Bardi
Autor: Marcelo Carvalho Ferraz
Sinopse: O livro traz um panorama da obra e do pensamento de Lina através de textos, desenhos e fotografias. “A obra de Lina é referência obrigatória para aqueles que veem na arquitetura a possibilidade de lutar por um mundo mais justo e confortável”, diz Marcelo Ferraz, que trabalhou por 15 anos com a arquiteta, compartilhando ideias e desafios. Para Ferraz, o livro permanece atual e instigante. Mostra Lina por Lina sem modismos, folclore ou mistificação, tornando-se fonte primária de pesquisa e apreciação de sua obra. “Com nova tecnologia de digitalização de imagens, essa reedição reproduz o conteúdo de edições anteriores, preservando a escrita e a identidade visual da obra”, observa Victor Nosek, designer gráfico da primeira edição do livro, que desenvolveu nova capa para a publicação. A capa atual, fotografada por Nelson Kon, revela um detalhe do jardim vertical projetado por Lina para o Palácio das Indústrias, sede da Prefeitura de São Paulo, em 1990.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Lina Bo Bardi”, de Marcelo Carvalho Ferraz, publicado pela editora Romano Guerra Editora, em 2018 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: Romano Guerra Editora
Páginas: 336
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9788588585744
ISBN13: 9788588585744
Sobre a editora
Os livros da editora Romano Guerra Editora oferecem uma imersão profunda no universo da arquitetura e cultura latino-americana, com foco em trajetórias de arquitetos, projetos emblemáticos e conexões intelectuais que atravessam o século 20. A leitura é marcada por uma abordagem detalhada, que combina pesquisa documental, iconográfica e ensaios fotográficos, criando uma experiência que equilibra rigor acadêmico e narrativa acessível. O catálogo privilegia temas como o modernismo, as relações entre arquitetura e meio ambiente, e o papel da cidade no processo criativo, revelando tanto obras individuais quanto o pensamento coletivo. O tom é geralmente analítico, com textos que dialogam com a história, o urbanismo e as influências culturais, sugerindo um público interessado em estudos aprofundados e reflexivos sobre arquitetura e sua inserção social.
