
Título: Lina Bo Bardi: Habitat
Autor: Adriano Pedrosa
Sinopse: Catálogo da exposição homônima realizada no MASP de 4.4.2019-28.7.2019, no Museo Jumex, Cidade do México, de 30.1.2020-10.5.2020 e no Museum of Contemporary Art Chicago, de 6.6.2020-6.9.2020. A mostra e o catálogo estão organizados em três eixos - O habitat de Lina Bo Bardi; Repensando o museu; e Da Casa de Vidro à Cabana. O primeiro dedica-se à apresentação do habitat intelectual de Bo Bardi, com republicação de escritos fundamentais da arquiteta, dos textos iniciais da revista Habitat às reflexões finais presentes em seu livro póstumo, Tempos de grossura: o design no impasse. O segundo eixo é focado nos campos da museologia e da curadoria, explorados por Bo Bardi mediante uma tomada de posição que buscava novas abordagens da história da arte tradicional - linear, hermética e segmentada. O último eixo apresenta a produção arquitetônica e de design de Bo Bardi, mostrando sua trajetória, do moderno em direção ao vernacular e ao popular.
Contexto da obra
Na área de Design, livros como este costumam dialogar com forma, processo e solução visual. “Lina Bo Bardi: Habitat”, de Adriano Pedrosa, publicado pela editora MASP, em 2019 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Design. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor como o livro pode funcionar como repertório e apoio conceitual.
Editora: MASP
Páginas: 352
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531000661
ISBN13: 9788531000669
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,300
- Altura (cm): 27,50
- Largura (cm): 20,20
- Espessura (cm): 3,20
Sobre a editora
Os livros da editora MASP costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental com um olhar atento às artes visuais e suas conexões culturais e históricas. Muitas obras acompanham exposições realizadas no Museu de Arte de São Paulo, trazendo reproduções detalhadas de obras, textos curatoriais e ensaios que contextualizam artistas e movimentos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tanto trajetórias individuais, como as de artistas brasileiros e indígenas, quanto temáticas amplas, como ativismo, história social e práticas artísticas contemporâneas. O tom varia entre o analítico e o poético, com atenção a questões de identidade, memória e representatividade, frequentemente em diálogo com o presente.
