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Locus Solus

Título: Locus Solus

Autor: Raymond Roussel

Sinopse: A brilliant, sad and moving account of life in Edwardian England for the working class "Philanthropists" struggling through poverty in order to make their employers rich. Though starving and wretched the majority of these working men react furiously to suggestions that their poverty is caused by their "masters" robbing them of the fruits of their labours. They are referred to as philanthropists due to their generosity of spirit and material wealth , gladly handing over all the benefits of the luxuries and necessaries of life which they help to create, to their greedy paymasters and employers. The solution to their problems is provided by the author as a Socialist, Cooperative Commonwealth of Nations under God, where the marvels of modern science and technology should be harnessed, owned by the people, and producing an abundance of the comforts of civilisation, not for one company's profit but for everyone's needs. An old lesson whose truths are as relevant today as they were when this masterpiece was written. A Socialist's bible if ever their was one.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Locus Solus”, de Raymond Roussel, publicado pela editora Oneworld Classics, em 2011 e com 260 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Oneworld Classics

Páginas: 260

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Raymond Roussel provoca uma experiência singular, onde o rigor lógico se mistura ao absurdo e ao humor seco, criando uma atmosfera ao mesmo tempo fascinante e desconcertante. Seus textos oscilam entre o detalhismo quase obsessivo e a leveza irônica, com narrativas que desafiam a linearidade e o convencional, convidando o leitor a um jogo de descobertas e interpretações. A prosa pode parecer meticulosa e cerebral, mas não deixa de surpreender pelo brilho inventivo e pela construção de cenas e personagens que parecem saídos de um sonho estranho, repleto de máquinas fantásticas e performances bizarras. O ritmo varia entre passagens contemplativas e momentos de tensão silenciosa, sempre com um tom que mistura o enigmático e o lúdico. Em meio a essa complexidade, os livros de Raymond Roussel estimulam uma leitura atenta, que valoriza a surpresa e a estranheza como elementos centrais.

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