
Título: Lola, a andorinha
Autor: Laerte Coutinho
Sinopse: "Se eu, você e o seu vizinho fossemos crianças, ou melhor, andorinhas, aposto que a gente ia querer ser a Lola. Eu e você com certeza, talvez o seu vizinho seja ranzinza e não queira, mas aí o azar é dele. A Lola já rodou o mundo, já vôou poesia, já botou ovo, brincou de roda e de esconde-esconde. Tem amigo morcego, tem amiga perereca, mas quem ela curte mesmo é o mundo. Taí, a Lola é a melhor amiga do mundo e da Juju, porque, afinal, uma andorinha só não faz verão. Pra quem sofre de crise de abstinência semanal de Lola e não se contenta com apenas uma tira no sábado, suas preces foram finalmente ouvidas e cada vez que bater a saudadinha da sua andorinha predileta, você folheia o livro e fica mais tranquilo. Até dá pra dar de presente para aquele seu vizinho ranzinza, a vida dele vai ficar bem melhor." Clarice Reichstul.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Lola, a andorinha”, de Laerte Coutinho, publicado pela editora Cachalote, em 2013 e com 50 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cachalote
Páginas: 50
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8566916034
ISBN13: 9788566916034
Sobre a editora
Os livros da editora CACHALOTE convidam o leitor a uma imersão em linguagens poéticas e narrativas que exploram o íntimo, o cotidiano e o simbólico com delicadeza e densidade. A experiência de leitura frequentemente traz um ritmo meditativo, ora marcado por uma prosa poética que valoriza o detalhe e a fragmentação, ora por narrativas visuais que transitam entre o melancólico e o perturbador. O catálogo revela um interesse por temas como desejo, identidade, espiritualidade e violência doméstica, sempre com um olhar atento às nuances emocionais e sociais. Há obras que se apoiam em formas tradicionais, como o haikai, e outras que experimentam o formato, como publicações sem palavras que privilegiam a iconografia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais experimental, com uma tensão constante entre o explícito e o implícito.
