
Título: ESTRATÉGIAS PARA CAVALGAR A SOLIDÃO
Autor: Eduardo Valmobida
Sinopse: Incomuns são os livros a que se pode verdadeiramente denominar “híbridos”. Depois de tantas revoluções – ou consistentes manutenções – na literatura, a mera comunhão entre prosa e poesia parece insuficiente para criar experimentos estéticos. estratégias para cavalgar a solidão, nesse sentido, é uma ótima novidade para se somar aos livros que não incidem no jogo fácil da mistura pela mistura. Partindo da união entre estruturas poéticas clássicas indianas e persas, Eduardo Valmobida entrelaça temas e perspectivas filosóficas orientais com os fios de um erotismo gay salteado pela experiência de vida. Mais do que narrar, os textos desfiam em versos e em não-versos caminhos possíveis não apenas para entender histórias e filosofias, mas também para compreender melhor a própria artesania.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “ESTRATÉGIAS PARA CAVALGAR A SOLIDÃO”, de Eduardo Valmobida, publicado pela editora Cachalote, em 2024 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Cachalote
Páginas: 112
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6583003244
ISBN13: 9786583003249
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,165
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora CACHALOTE convidam o leitor a uma imersão em linguagens poéticas e narrativas que exploram o íntimo, o cotidiano e o simbólico com delicadeza e densidade. A experiência de leitura frequentemente traz um ritmo meditativo, ora marcado por uma prosa poética que valoriza o detalhe e a fragmentação, ora por narrativas visuais que transitam entre o melancólico e o perturbador. O catálogo revela um interesse por temas como desejo, identidade, espiritualidade e violência doméstica, sempre com um olhar atento às nuances emocionais e sociais. Há obras que se apoiam em formas tradicionais, como o haikai, e outras que experimentam o formato, como publicações sem palavras que privilegiam a iconografia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais experimental, com uma tensão constante entre o explícito e o implícito.
