
Título: SERÁ QUE ALGUM MÉDICO JÁ RECEITOU POESIA?
Autor: Tiago Moralles
Sinopse: Detalhes, assim mesmo, no plural, talvez seja a palavra-chave para andar e quebrar as esquinas dos poemas de Tiago Moralles. Não necessariamente os detalhes de uma descrição, os pormenores de um objeto, as minudências de um evento ou imagem. Antes os detalhes que na verdade são gritantes e, no afã, o olhar torna opacos ou apenas ignora. Os versos de Tiago brincam com o signo da prosa: dizem o que poderia ser dito em frases, parágrafos – com a diferença de que, enquanto parecem sugerir o todo, o encadeamento de uma reflexão, a completude de uma cena, levam os leitores a vislumbrar a parte mais ínfima. As partes. A cidade, espécie de personagem poético, talvez seja menor do que acreditamos.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “SERÁ QUE ALGUM MÉDICO JÁ RECEITOU POESIA?”, de Tiago Moralles, publicado pela editora Cachalote, em 2024 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Cachalote
Páginas: 176
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6583003198
ISBN13: 9786583003195
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,251
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora CACHALOTE convidam o leitor a uma imersão em linguagens poéticas e narrativas que exploram o íntimo, o cotidiano e o simbólico com delicadeza e densidade. A experiência de leitura frequentemente traz um ritmo meditativo, ora marcado por uma prosa poética que valoriza o detalhe e a fragmentação, ora por narrativas visuais que transitam entre o melancólico e o perturbador. O catálogo revela um interesse por temas como desejo, identidade, espiritualidade e violência doméstica, sempre com um olhar atento às nuances emocionais e sociais. Há obras que se apoiam em formas tradicionais, como o haikai, e outras que experimentam o formato, como publicações sem palavras que privilegiam a iconografia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais experimental, com uma tensão constante entre o explícito e o implícito.
