
Título: NÃO TATUO NOMES
Autor: Samara Belchior
Sinopse: “Inscrever poesia no corpo”, como bem posiciona a poeta Carina Carvalho na orelha, é a grande atividade forjadora do novo livro de Samara Belchior. Em não tatuo nomes, a autora esparrama palavras em diferentes direções, carregando signos e corpos para diferentes endereços e pessoas, nunca nenhum deles nomeado. Na poética da autora, a experiência artística da palavra-corpo se torna uma criação conjunta dos destinatários possíveis e impossíveis. Se o fenômeno comunicativo tem um fim ou destino, o que ecoa como voz, em não tatuo nomes, é a própria infinitude da linguagem de quem aprendeu a dedicar poemas.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “NÃO TATUO NOMES”, de Samara Belchior, publicado pela editora Cachalote, em 2024 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Cachalote
Páginas: 96
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6583003058
ISBN13: 9786583003058
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,121
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora CACHALOTE convidam o leitor a uma imersão em linguagens poéticas e narrativas que exploram o íntimo, o cotidiano e o simbólico com delicadeza e densidade. A experiência de leitura frequentemente traz um ritmo meditativo, ora marcado por uma prosa poética que valoriza o detalhe e a fragmentação, ora por narrativas visuais que transitam entre o melancólico e o perturbador. O catálogo revela um interesse por temas como desejo, identidade, espiritualidade e violência doméstica, sempre com um olhar atento às nuances emocionais e sociais. Há obras que se apoiam em formas tradicionais, como o haikai, e outras que experimentam o formato, como publicações sem palavras que privilegiam a iconografia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais experimental, com uma tensão constante entre o explícito e o implícito.
