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LUCIO COSTA ERA RACISTA?

Título: LUCIO COSTA ERA RACISTA?

Autor: Tavares Paulo

Sinopse: Neste ensaio Paulo Tavares interroga a obra teórica de Lucio Costa, autor do plano piloto de Brasília e influente interprete da formação nacional, para questionar os fundamentos racializados e coloniais da arquitetura moderna brasileira. Um dos principais artificies do modernismo nacional, o pensamento de Lucio Costa é marcado pela presença da questão racial e do colonialismo como articuladores da visão de modernidade e tradição que propõe. Ao refletir sobre este legado criticamente, o ensaio apresenta uma série de colagens que mostram como tais fundamentos se manifestavam não apenas como discurso, mas também através da arquitetura enquanto projeto e mídia. O livro conta com o posfácio Interrogação Necessária de Roberto Conduru, e quarta capa de Ana Flávia Magalhães Pinto.

Contexto da obra

Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “LUCIO COSTA ERA RACISTA?”, de Tavares Paulo, publicado pela editora N-1 edições, em 2022 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.

Editora: N-1 edições

Páginas: 128

Ano: 2022

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6586941768

ISBN13: 9786586941760

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,170
  • Altura (cm): 19,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 0,90

Sobre a editora

Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.

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