
Título: L'uomo dei cerchi azzurri
Autor: Fred Vargas
Sinopse: Da quattro mesi i marciapiedi di Parigi riservano una sorpresa apparentemente innocua: grandi cerchi blu tracciati con il gesso, e al centro una serie di oggetti stravaganti: un trombone, una pinzetta, un vasetto di yogurt, una candela... I giornalisti indagano per sfamare l'interesse dei lettori e gli psicologi si dividono tra chi grida al maniaco, e chi ipotizza la burla. Adamsberg, però, non trova nulla di divertente nell'escalation dei cerchi: la sua fine psicologia di conoscitore del male gli lascia intuire che dietro l'apparente stramberia si nasconde qualcosa di morboso. E ben presto i fatti gli danno ragione: un'altra alba e un altro cerchio su un marciapiede, ma stavolta, al centro esatto, un corpo di donna. Parte così una corsa contro il tempo per fermare un assassino del quale si ignora letteralmente tutto.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’uomo dei cerchi azzurri”, de Fred Vargas, publicado pela editora Einaudi, em 2009 e com 238 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Einaudi
Páginas: 238
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788806196363
ISBN13: 9788806196363
Sobre a editora
Os livros da editora Einaudi oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o romance psicológico, o suspense e o ensaio filosófico. O catálogo privilegia personagens complexos, muitas vezes imersos em dilemas morais, conflitos íntimos e contextos históricos ou sociais rigorosamente delineados. A linguagem costuma ser precisa e elaborada, com um ritmo que ora convida à reflexão pausada, ora instiga a tensão crescente, como em histórias policiais ou dramas familiares. Há também uma atenção recorrente à dimensão humana, seja por meio de retratos de relações interpessoais delicadas ou pela exploração de temas como justiça, memória e identidade.
