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Madeira viva, com musgo

Título: Madeira viva, com musgo

Autor: Walt Whitman

Sinopse: Os doze poemas que compõem este livro são certamente o mais próximo que chegaremos da intimidade de Walt Whitman. Perto de completar quarenta anos, e logo após a publicação da revolucionária primeira edição de Leaves of Grass, em 1855, Whitman começou a trabalhar em um novo grupo de poemas, em um caderno feito à mão. As folhas foram arrancadas e o caderno deixado de lado. Esses poemas apareceriam posteriormente na edição de 1860, que acresceria dezenas de novos poemas para a obra, mas com mudanças significativas em sua ordem e conteúdo. Esta edição de 1860 foi a primeira a trazer o bloco Calamus, contendo o material mais homoerótico da caneta de Whitman. Nesse volume também foi inaugurado uma definição que o poeta usaria para descrever o amor entre dois homens, baseando-se em um termo oriundo da frenologia: adhesiviness, traduzido neste livro como adesividade. Descoberto pelo pesquisador Fredson Bowers, em 1953, esses rascunhos revelam as primeiras reflexões de Whitman sobre o amor e atração que ele sentia por outros homens. A adesividade vivida pelo poeta que escoava para os versos de Calamus é a raiz de Madeira viva, com musgo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Madeira viva, com musgo”, de Walt Whitman, publicado pela editora Cobalto, em 2023 e com 84 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Cobalto

Páginas: 84

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6585570057

ISBN13: 9786585570053

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Walt Whitman é uma imersão em versos que se abrem como vastos campos, onde o ritmo livre substitui a métrica tradicional e cria uma cadência orgânica, quase respiratória. A prosa poética se mistura com imagens da natureza e da experiência humana, numa voz que se mostra ao mesmo tempo expansiva e íntima, celebrando o indivíduo e a coletividade em igual medida. A tensão na leitura surge da sensação de movimento contínuo, de uma energia que se desdobra em múltiplas direções — do corpo ao espírito, do particular ao universal. O leitor é convidado a contemplar a vitalidade da vida e a complexidade do eu, num fluxo que pode ser tanto meditativo quanto vibrante, com momentos de lirismo intenso e outros de crueza direta.

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