
Título: MAGNÓLIAS 57
Autor: Norton Cezar Dal Follo da Rosa Jr
Sinopse: Destituída de sabor, a memória é canal de dados. Sensações (aromas, afagos, sabores) distinguem momentos vividos. Emoções presentes ativam experiências rememoradas. Movidos pelo agora, retomamos, rearranjamos, narramos. Norton da Rosa Jr., em Magnólias 57, estabelece diálogos entre o narrador e o leitor. Conflitos passados desfilam como experiências revividas. A narrativa colore-se com as cores do arco-íris, reflexo de fenômenos luminosos ocorridos em outro lugar. Ao acompanhar a narrativa, resistimos ao processamento de dados, interessado em atingir o consumidor. A narrativa faz da biopolítica biografia.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “MAGNÓLIAS 57”, de Norton Cezar Dal Follo da Rosa Jr, publicado pela editora Appris Editora, em 2024 e com 118 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Appris Editora
Páginas: 118
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6525053773
ISBN13: 9786525053776
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
