
Título: Manifesto Autogestionário
Autor: Nildo Viana
Sinopse: A autogestão é a essência do modo de produção comunista. As relações de produção comunistas, igualitárias, só podem existir com base na autogestão do processo de produção e distribuição e sua generalização da autogestão para o conjunto das relações sociais, abolindo o Estado, o capital, o mercado, a divisão social do trabalho. A autogestão social generalizada significa uma passagem do feudalismo, pois significa a passagem de uma sociedade de classes para uma sociedade sem classes. O Manifesto Autogestionário é um grito de guerra em defesa desta transformação, e, como todo manifesto, é uma arma de luta que não pode poupar nada. Daí a crítica da sociedade burguesa, do capital, do Estado, da burocracia, do pseudomarxismo e diversas tendências políticas existentes. Além da negação, há também a afirmação, de novas relações sociais, fundadas na autogestão social. E a autogestão só pode ocorrer através da autogestão das lutas operárias pelo proletariado. Através da burocracia, da alienação, da escravidão, só se reproduz a burocracia, a alienação e a escravidão. Somente através da autogestão das lutas sociais se pode chegar à autogestão social. O livro é dividido em 5 seções: 1. A Burguesia e o Proletariado: A Dinâmica da Luta entre Trabalho Morto e Trabalho Vivo; 2. A Autogestão das Lutas Operárias; 3. As Tarefas dos Militantes Autogestionários - Estratégia Revolucionária; 4. Posição Diante das Demais Tendências Oposicionistas; 5. A Sociedade Autogerida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Manifesto Autogestionário”, de Nildo Viana, publicado pela editora achiamé, em 2008 e com 87 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: achiamé
Páginas: 87
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Achiamé oferecem uma experiência de leitura que combina reflexão política, poesia engajada e narrativas que exploram mundos imaginários e históricos. A coleção traz obras que dialogam com temas como a luta social, a educação libertária e a resistência cultural, apresentando textos que transitam entre o ensaio crítico e a poesia de forte compromisso ideológico. O tom varia entre o didático e o poético, com ritmo que ora convida à contemplação, ora provoca a inquietação diante de conflitos sociais e históricos. Essa diversidade sugere um catálogo que privilegia o pensamento crítico e a voz de grupos marginalizados, com uma linguagem que pode ser densa, mas acessível.
