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Manifesto pela filosofia

Título: Manifesto pela filosofia

Autor: Alain Badiou

Sinopse: A filosofia é hoje possível na plenitude de sua ambição . A filosofia mesmo, tal como a entendia Platão. O que acarretou seu eclipse no século XIX, foi ela ter-se identificado, "suturado", de cada vez, a um só dos campos em que se põe, para além do saber, uma verdade: o científico (positivismo), o político (marxismos), depois, com Nietzsche e mais ainda Heidegger, o poema. Ora, as matemáticas, a poesia, a política como invenção e o amor como pensamento são mesmo quatro condições da filosofia: mas todas as quatro são requeridas, a filosofia sendo esse pensamento único que lhes dá acolhimento e abrigo. O programa é então o de uma restituição do pensamento filosófico ao espaço completo das verdades que o condicionam. Donde as questões centrais que qualquer filosofia se coloca hoje: o Sujeito, uma vez que não podemos manter a categoria do objeto, arruinado com o objetivismo; o Dois, uma vez que não podemos nos satisfazér com o esquema dialético; enfim a função do indiscemível, ponto onde se dá a reexaminar a relação entre linguagem e pensamento.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Manifesto pela filosofia”, de Alain Badiou, publicado pela editora Angélica Psicanálise e cia, em 1991 e com 92 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Angélica Psicanálise e cia

Páginas: 92

Ano: 1991

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Alain Badiou é marcada por uma combinação intensa de rigor conceitual e reflexão política, onde a filosofia se entrelaça com a matemática, a arte e o amor. A prosa, por vezes densa e sistemática, convida o leitor a acompanhar construções intelectuais que desafiam categorias tradicionais, exigindo atenção para captar as sutilezas do pensamento. A tensão surge entre o abstrato e o concreto, entre a busca por verdades universais e o exame das contingências históricas e sociais. Em alguns momentos, o ritmo é mais meditativo, explorando questões fundamentais sobre o real, o sujeito e a política, enquanto em outros há um tom mais direto e engajado, especialmente ao tratar das revoluções e do compromisso coletivo. Os livros de Alain Badiou propõem perguntas sobre a possibilidade de transformação e sobre como a filosofia pode dialogar com a ação e o amor, deixando no leitor um desafio para repensar conceitos estabelecidos e considerar o papel do pensamento na vida pública.

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