
Título: Mansfield Park (Clássicos Relógio D'Água)
Autor: Jane Austen
Sinopse: Mansfield Park foi escrito em Chawton, Hampshire, entre Fevereiro de 1811 e Junho de 1813. O livro seria publicado em 1814 em três volumes. No essencial, é um romance de costumes saído da relação entre duas famílias da elite rural inglesa. CRÍTICAS: "Mansfield Park é um conto de fadas, mas afinal de contas todos os romances são, em certo sentido, contos de fadas. À primeira vista, a forma e o assunto de Jane Austen podem parecer antiquados, afectados, irreais. Mas isso é uma ilusão a que um mau leitor sucumbe. O bom leitor está consciente de que a demanda da vida real, das pessoas reais e por aí fora é um processo sem sentido quando falamos de livros. Num livro, a realidade de uma pessoa, ou de um objecto, ou de uma circunstância, depende exclusivamente do mundo desse livro específico. Um autor original inventa sempre um mundo original, e se uma personagem ou uma acção cabe no padrão desse mundo, então sentimos o agradável choque da verdade artística, por mais improváveis que a pessoa ou a coisa possam parecer se transferidas para aquilo que os críticos literários, pobres escrevinhadores, chamam “vida real”. Não existe essa coisa da vida real para um escritor de génio: deve ele próprio criá-la e depois criar as consequências." Vladimir Nabokov, Aulas de Literatura
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mansfield Park (Clássicos Relógio D’Água)”, de Jane Austen, publicado pela editora Relógio D'Água, em 2015 e com 424 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Relógio D'Água
Páginas: 424
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789896415105
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
