
Título: Marques de Rocca Verdina, O
Autor: Luigi Capuana
Sinopse: Luigi Capuana (1839-1915) foi o grande teórico e divulgador do Verismo, movimento literário realista do final do Oitocentos italiano. O Marquês de Roccaverdina, escrito em 1901 e considerado sua obra-prima, narra os descaminhos de um marquês siciliano, proprietário de terras, que se vê envolvido amorosamente com uma criada, depois rejeitada. Numa Sicília aferrada às tradições, jamais um marquês selaria uma relação desse tipo com o casamento. No entanto, a solução encontrada para o rompimento com sua amante e criada não satisfaz o marquês, levando-o a agir de uma forma que só seria possível em mundo fechado, isolado, de castas. A narrativa de Capuana é construída em flashbacks do protagonista em um tom de recordação angustiada e de confissão, explorando os limites da loucura e da razão, os embates teóricos e de fé entre católicos, ateus e espíritas, a precisa descrição psicológica e geográfica.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Marques de Rocca Verdina, O”, de Luigi Capuana, publicado pela editora Berlendis, em 2005 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Berlendis
Páginas: 320
Ano: 2005
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 858638772X
ISBN13: 9788586387722
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,460
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Berlendis convidam a um mergulho em narrativas que transitam entre a poesia visual e a prosa sensível, com frequência explorando a infância, a arte e a memória. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que privilegiam o lirismo e o humor, como em histórias infantis com personagens imaginativos, e outras que adotam um tom mais reflexivo, abordando temas sociais e filosóficos com linguagem acessível. O leitor encontra tanto textos que dialogam com artes visuais, mesclando imagem e palavra, quanto narrativas curtas que exploram conflitos internos e relações humanas em seus detalhes cotidianos. A diversidade de estilos, que vai do lúdico ao didático, parece atender a públicos variados, do jovem leitor ao estudante do ensino médio, sempre com uma linguagem clara, mas que não abre mão da profundidade.
