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Marx, Weber e o Marxismo Weberiano

Título: Marx, Weber e o Marxismo Weberiano

Autor: Celso Frederico

Sinopse: Merleau-Ponty cunhou a expressão marxismo-weberiano para referir-se à linhagem teórica inspirada em História e consciência de classe. A weberianização de Marx, entretanto, cobra seu preço. Marx dizia que um de seus méritos como cientista foi o de ter descoberto o trabalho abstrato como propriedade não natural, mas social, própria do mundo capitalista. Em Lukács, ao contrário, o trabalho abstrato aparece como decorrência das modificações no processo de trabalho, vale dizer, da racionalização entendida como aplicação das ciências empíricas no interior da fábrica capitalista. A influência weberiana aproxima-o da crítica nostálgica da quantificação: A possibilidade de tudo calcular deve abarcar o conjunto das formas de manifestação da vida. Reificação e racionalização são, assim, identificadas. No plano subjetivo, a racionalização penetra cada vez mais profundamente na consciência do homem, no plano objetivo, estende-se a todas as instituições sociais: Estado, direito, administração, burocracia etc. adaptam-se à racionalização formal, à idêntica decomposição de todas as funções sociais nos seus elementos.

Contexto da obra

Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Marx, Weber e o Marxismo Weberiano”, de Celso Frederico, publicado pela editora Cortez, em 2013 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.

Editora: Cortez

Páginas: 256

Ano: 2013

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8524915803

ISBN13: 9788524915802

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,387
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 1,60

Sobre o autor

A leitura dos livros de Celso Frederico é um mergulho denso e analítico nas raízes do pensamento marxista e suas ramificações no século XX. A prosa privilegia o rigor conceitual, com ritmo que oscila entre a exposição detalhada e a reflexão crítica, exigindo atenção cuidadosa do leitor. O tom é predominantemente sério e intelectual, com foco em debates filosóficos, históricos e sociais, especialmente relacionados à classe trabalhadora e às transformações políticas. Há uma tensão constante entre a reconstrução de trajetórias teóricas e a aplicação crítica dessas ideias em contextos concretos, como movimentos operários e críticas ao corporativismo. Essa experiência convida o leitor a acompanhar um percurso que combina análise minuciosa e interpretação crítica, sem abrir mão de um diálogo com a cultura e a política. Em meio a esse cenário, os livros de Celso Frederico oferecem um espaço para pensar as relações entre teoria e prática, entre filosofia e luta social.

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Sobre a editora

Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.

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