
Título: Meio homem metade baleia
Autor: José Gardeazabal
Sinopse: Uma revelação da literatura contemporânea. Autor vencedor do Prémio Imprensa Nacional Casa da Moeda/Vasco Graça Moura. Uma narrativa notável sobre um mundo em que a desumanização parece irreversível. Num mundo em que a desumanização parece irreversível, um muro divide os homens. Jonas e a sua jovem filha Aliss são conduzidos ao longo do imenso muro por um homem chamado Servantes. A missão é levar água aos menos favorecidos, talvez electricidade. Funcionário de uma organização internacional, Jonas debate-se com o ritmo hesitante da missão. O longo muro, o clima e a distância alimentam dúvidas sobre o significado de civilização, mas Jonas vai avançando, confortado pela pequena coragem das rotinas repetidas. Enquanto isto, a filha torna-se mulher, devagar, tumultuosamente. Aos desamparados, no entanto, não chegou ainda a água. Uma desconstrução dos lugares confortáveis do Ocidente, Meio homem metade baleia é uma narrativa notável que convida a uma poderosa e necessária reflexão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Meio homem metade baleia”, de José Gardeazabal, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2018 e com 284 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 284
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789896654986
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
