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Melhor de Stanislaw Ponte Preta

Título: Melhor de Stanislaw Ponte Preta

Autor: Sergio Porto

Sinopse: Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} Escrevendo num momento em que a crônica atingia provavelmente o ponto mais alto na imprensa brasileira, Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo de Sérgio Porto, marcou sua presença pela capacidade, poucas vezes igualada, de se comunicar com todas as camadas de leitores, dos apressados aos mais reflexivos. Observador meticuloso da realidade imediata, sabia revelar, com ironia e extraordinário senso crítico, as deformações de comportamento impostas aos indivíduos e aos grupos humanos pelas condições de uma vida urbana que, sobretudo no Rio de Janeiro, começava a importar e absorver atitudes das modernas sociedades de consumo. Pode-se mesmo dizer que Stanislaw Ponte Preta é o cronista por excelência das primeiras manifestações desse período de transição, que ainda acontece, na vida carioca. Daí a atualidade destas crônicas, que conservam todo o viço e continuam a ser lidas com prazer e interesse. Por outro lado, a narrativa ágil, incisiva e renovada por uma linguagem coloquial é a marca do escritor que, lidando com o cotidiano, transcendeu os limites do circunstancial e construiu uma obra duradoura. Da organização de O melhor de Stanislaw Ponte Preta incumbiu-se o crítico Valdemar Cavalcanti, que foi buscar nos sete volumes publicados em vida pelo autor o que lhe pareceu mais representativo da numerosa produção deixada pelo cronista. Esta coletânea, que ainda conta com ilustrações assinadas por jaguar, traz uma seleção criteriosa que procura fazer justiça ao espírito irreverente e ao senso de humor do criador de Tia Zulmira, Primo Altamirando, Rosamundo e outros tipos que marcaram época na imprensa brasileira.

Contexto da obra

Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Melhor de Stanislaw Ponte Preta”, de Sergio Porto, publicado pela editora José Olympio, em 2011 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.

Editora: José Olympio

Páginas: 368

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8503011085

ISBN13: 9788503011082

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,410
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,90

Sobre o autor

A leitura dos livros de Sergio Porto revela um autor que combina humor afiado com um olhar atento para as nuances da vida urbana, especialmente no Rio de Janeiro das décadas de 1950 e 1960. Sua prosa é marcada por um ritmo ágil e uma ironia que expõe as contradições sociais e políticas com leveza e sarcasmo. Em meio a personagens que transitam entre a sedução e a melancolia, Porto constrói narrativas que oscilam entre o cômico e o crítico, sempre com uma linguagem viva e maliciosa. O leitor encontra textos que vão da crônica mordaz à ficção breve, onde o cotidiano ganha contornos de sátira e reflexão. Essa diversidade torna a experiência de leitura dinâmica, ora divertida, ora provocativa, convidando a pensar sobre as relações humanas e as estruturas sociais.

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Sobre a editora

Os livros da editora José Olympio costumam oferecer uma experiência de leitura que alia profundidade histórica e literária a narrativas que exploram a formação pessoal e social dos personagens. O catálogo apresenta obras que transitam entre o romance de formação, biografias detalhadas e análises culturais, muitas vezes ambientadas em contextos históricos marcantes, como o Brasil rural e urbano do século XX ou a Europa em períodos de transformação. A linguagem varia do mais narrativo, com atenção à psicologia dos personagens, ao mais informativo, com textos que dialogam com a crítica literária e a pesquisa acadêmica. Essa diversidade sugere um público interessado tanto em ficção com densidade social quanto em estudos literários e históricos.

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