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Mémorandum de la peste (Titres)

Título: Mémorandum de la peste (Titres)

Autor: Georges Didi-Huberman

Sinopse: « Ils montent des eschaffaulx, et dessus montent des décors, et dedans montent des mystères. Ils jouent. Ils se réunissent pour assister au spectacle. Ils meurent, remplis des beautés de la scène. Ils s’enterrent debout. » « Ainsi ils frémissent, sans secours. Le silence - glas qui ne sonne déjà plus - leur enseigne que la religion elle-même est empoisonnée, dévastée, infecte, tarée. Tu me racontais qu’à Bourg-en-Bresse, l’image de saint Roch, n’ayant pas respecté son contrat votif, qui est de gratifier le peuple de quelque miracle, on se mit à jeter toutes les ordures dans sa chapelle. »

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mémorandum de la peste (Titres)”, de Georges Didi-Huberman, publicado pela editora Christian Bourgois éditeur, em 2006 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Christian Bourgois éditeur

Páginas: 192

Ano: 2006

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 2267018667

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Georges Didi-Huberman é um mergulho denso e inquietante na relação entre imagem, história e memória. O ritmo é marcado por uma reflexão profunda que alterna entre o minucioso exame de detalhes visuais e a construção de panoramas intelectuais amplos, onde a imagem não é apenas documento, mas um operador de tempo e sentido. O tom oscila entre o rigor filosófico e o lirismo da experiência estética, convidando o leitor a contemplar o visível em sua complexidade, sem reduzir as imagens a interpretações fixas. A tensão se instala na busca por compreender como o passado pode ser apreendido e representado por meio das imagens, sempre com uma atenção ética e política que atravessa o texto. Em meio a essa densidade, há uma delicadeza no tratamento das memórias, das aparições e das ausências, que desafia o leitor a pensar o que significa realmente ver e saber. Os livros de Georges Didi-Huberman propõem, assim, um diálogo constante entre o visível e o invisível, o real e o imaginário, a história e o presente.

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