
Título: Metodo, O: etica - Vol.6
Autor: Morin Edgar
Sinopse: Este sexto e último volume de O Método constitui o ponto culminante da grande obra de Edgar Morin, traduzida em inúmeros países. O autor fez da complexidade um problema fundamental a ser abordado e elucidado. Ganhou seguidores e suscitou um movimento pela “reforma do pensamento”. Neste sexto tomo, o mais concreto e talvez o mais acessível, Edgar Morin parte da crise contemporânea, ocidental, da ética para voltar a ela, ao final, depois de uma análise antropológica, histórica do problema. Com O Método 6. Ética, Edgar Morin faz a ponte entre o século XX, do qual foi ator engajado e analista permanente, e o século XXI, em cuja rede planetária continua a disseminar as suas ideias, entre coletor de imaginários, caçador de falsas certezas, cronista encantado com as pequenas coisas, filósofo intemporal, historiador do pensamento, sociólogo do presente, semeador de futuro, epistemólogo e antropólogo. Numa palavra, pensador. Por uma ética complexa. Por uma dinâmica da compreensão.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Metodo, O: etica – Vol.6”, de Morin Edgar, publicado pela editora Sulina, em 2011 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Sulina
Páginas: 224
Ano: 2011
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520506046
ISBN13: 9788520506042
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
