
Título: Meu Querido Canalha
Autor: Ruy Castro
Sinopse: Carlos Heitor Cony, Ruy Castro, Aldir Blanc, Geraldo Carneiro e Marcelo Madureira numa antologia de contos sobre cafajestes amorosos Nenhuma mulher está livre de se apaixonar por um cafajeste de boa linhagem, homem cálido, amoroso e gentil – como os protagonistas dos contos deste livro. Eles não são especialmente bonitos ou ricos. O que torna esses canalhas irresistíveis é sua fascinante disponibilidade para ouvir uma mulher. Ouvir e, é claro, enredá-la em suas promessas de amor – proibido, dominado pela luxúria, com altíssimo teor de combustão. Os autores aqui reunidos revelam artimanhas e obsessões desse delicioso personagem. Ruy Castro apresenta um insaciável Don Juan no Rio contemporâneo. Carlos Heitor Cony escreve sobre um jornalista que quer aprender a ser canalha, nos anos 50. Geraldo Carneiro constrói um conto a partir de uma sinopse de Bráulio Pedroso, sobre um ardiloso sedutor que transforma a vida de uma mansão na avenida Paulista. Aldir Blanc nos entrega o coração de um conquistador suburbano. E Marcelo Madureira estréia na ficção, construindo seu cafajeste com o humor escrachado que o consagrou no Casseta & Planeta.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Meu Querido Canalha”, de Ruy Castro, publicado pela editora Objetiva, em 2004 e com 139 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Objetiva
Páginas: 139
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573026456
ISBN13: 9788573026450
Sobre a editora
Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.
