
Título: Moeda De Ouro Que Um Pato Engoliu
Autor: Cora Coralina
Sinopse: Para comemorar o dia de São João, o povo de Ferreiro, um lugar antigo onde começou Goiás, todos os anos fazia uma festa à velha moda – com muita comida, potes de doces, música, fogos e fogueiras queimando no largo da Igreja. Naquele ano, para agradar o padre, nada melhor que caprichar no almoço e servir um pato novo com arroz molinho. Para espanto de todos, no ritual de depenar, despenujar e cortar o pato, a cozinheira encontra uma linda moeda do ouro, datada de 1816, com a efígie de D. João VI. Assim começa, no povoado, grande confusão e mistério. Cora Coralina, mestre na arte de lidar com a palavra e de resgatar a cultura de sua terra e de sua gente, diverte e encanta o leitor com essa narrativa em forma de carta. Carta esta escrita para seu neto, Carlos Magno, em 14 de abril de 1965.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Moeda De Ouro Que Um Pato Engoliu”, de Cora Coralina, publicado pela editora Global Editora, em 2006 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2006
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526011316
ISBN13: 9788526011311
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,890
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
