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Monsieur Pain

Título: Monsieur Pain

Autor: Roberto Bolaño

Sinopse: A un discípulo de Mesmer le encargan que cure el hipo que sufre un sudamericano pobre abandonado en un hospital de París en la primavera de 1938. En apariencia, nada puede pasar. Sin embargo el mesmerista Pierre Pain se verá envuelto en una intriga en donde se planea un asesinato ritual de proporciones planetarias. ¿Quién es el sudamericano que agoniza en el hospital Arago? ¿Por qué unas fuerzas ocultas desean su muerte? ¿Qué se pierde y qué se gana con esa muerte? Sólo Pierre Pain se da cuenta de lo que se teje entre bastidores. Y él no es un héroe sino un hombre común y corriente: solitario, secretamente enamorado de madame Reynaud, delicado, pacífico, descreído, el menos indicado para intentar resolver una historia extraordinaria a mitad de camino entre la casualidad y la causalidad, una aventura a vida o muerte en donde se pondrá en juego el amor, la soledad, la dignidad y el valor del ser humano, el delirio, la irremediable tristeza. Una insólita novela en la que el autor de Los detectives salvajes, premiado con el Rómulo Gallegos, exhibe su no menos insólita altura literaria.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Monsieur Pain”, de Roberto Bolaño, publicado pela editora Anagrama, em 1999 e com 171 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Anagrama

Páginas: 171

Ano: 1999

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 8433924451

ISBN13: 9788433924452

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Roberto Bolano é uma imersão em universos que oscilam entre o lírico e o sombrio, o íntimo e o expansivo. Sua prosa, ora densa e fragmentada, ora fluida e intensa, conduz o leitor por narrativas que misturam investigação, memória e reflexões sobre a literatura e a violência. O ritmo varia do contemplativo ao urgente, com personagens que vivem em fronteiras — geográficas, históricas e existenciais — e que frequentemente se deparam com mistérios que desafiam respostas fáceis. O humor, quando presente, é ácido e irônico, contrapondo-se a cenas de brutalidade e melancolia. Essa tensão constante entre o realismo cru e a dimensão quase onírica das histórias cria uma experiência de leitura que provoca questionamentos sobre a memória, a arte e o mal.

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