
Título: Mulher de Trinta Anos, A
Autor: Honoré de Balzac
Sinopse: Antes de Emma Bovary, antes de Anna Kariênina, existiu Julie. Contrariando os conselhos do pai, ela julga-se apaixonada e decide se casar ainda muito jovem com um coronel do exército napoleônico. Em pouquíssimo tempo, descobre-se infeliz no casamento e na maternidade, presa a obrigações que não pretende abandonar. A isso se seguem as paixões por outros homens, e anuncia-se o destino trágico da protagonista. Mas A mulher de trinta anos não é a história particular de Julie, e sim a de alguém em quem convergem as contradições do que representava ser mulher no século XIX e, por extensão, as contradições da própria sociedade moderna. Com sua reputação de grande conhecedor do coração feminino, Balzac, que deveu sua formação às diversas mulheres mais velhas com quem se relacionou, aponta neste livro para a profundidade da alma que só pode vir da experiência. Esta edição do mais famoso texto de Cenas da vida privada, subdivisão de A comédia humana, traz uma introdução da escritora, ensaísta e crítica literária Eliane Robert Moraes.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mulher de Trinta Anos, A”, de Honoré de Balzac, publicado pela editora Penguin-Companhia, em 2015 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Penguin-Companhia
Páginas: 240
Ano: 2015
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582850115
ISBN13: 9788582850114
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,235
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin-Companhia conduzem o leitor a uma experiência de imersão em narrativas que transitam entre clássicos literários e reflexões históricas profundas. O catálogo privilegia obras que exploram conflitos humanos fundamentais — como amor, poder, justiça e liberdade — em contextos que vão desde antigas tragédias gregas até os dramas sociais do século XIX e XX. O tom das publicações varia entre o dramático e o ensaístico, com textos que frequentemente dialogam com questões políticas e sociais, como escravidão, revolução e direitos humanos, sempre com uma linguagem acessível, mas rica em detalhes e nuances. A diversidade do catálogo inclui tanto narrativas ficcionais densas, com personagens complexos e dilemas morais, quanto ensaios e autobiografias que convidam à reflexão crítica sobre a história e a cultura.
