
Título: Nação Crioula
Autor: José Eduardo Aqualusa
Sinopse: Nação Crioula conta a história de um amor secreto: a misteriosa ligação entre o aventureiro português – Carlos Fradique Mendes – cuja correspondência Eça de Queirós recolheu – e Ana Olímpia Vaz de Caminha, que, tendo nascido escrava, foi uma das pessoas mais ricas e poderosas de Angola. Nos finais do século XIX, em Luanda, Lisboa, Paris e Rio de Janeiro, misturam-se personalidades históricas do movimento abolicionista, escravos e escravocratas, lutadores de capoeira, pistoleiros a soldo, demiurgos, numa luta mortal por um mundo novo. O autor beneficiou, para esta obra, de uma bolsa de criação literária do Centro Nacional de Cultura. Nação Crioula, que concorreu com o título Cartas de Luanda, conquistou o Grande Prémio Literário RTP, integrado nas comemorações dos 40 anos de televisão em Portugal.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nação Crioula”, de José Eduardo Aqualusa, publicado pela editora Gryphus, em 1998 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gryphus
Páginas: 160
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora GRYPHUS convidam o leitor a navegar por um universo editorial que mescla narrativas densas e temas contemporâneos, com abordagens que vão do ensaio político a histórias de fantasia urbana. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram tensões sociais e culturais, frequentemente ambientadas em contextos brasileiros ou latino-americanos, mas sem se limitar a eles. O tom varia entre o analítico e o poético, com textos que podem ser tanto reflexivos quanto carregados de humor sutil. Há também espaço para obras que dialogam com o sobrenatural, misturando elementos de suspense e aventura com uma linguagem acessível, o que amplia o público para leitores jovens e adultos. Essa diversidade sugere que a GRYPHUS privilegia livros que provocam reflexão e entretêm, com narrativas que transitam entre o realismo e o fantástico.
