
Título: Nanquim: Contos e Crônicas de Temática Livre
Autor: ANTONIO GUEDES ALCOFORADO
Sinopse: A invenção da escrita foi tão importante para a humanidade que dividiu as eras em História e Pré-História. Não existe um único lugar que podemos definir como o berço da escrita. Contudo, a civilização chinesa merece destaque por conta de sua incrível capacidade de difusão cultural, tendo inspirado outros povos a desenvolverem seus próprios sistemas alfabéticos. Mas a China não exportou somente seus caracteres. Sua tradicional tinta, batizada de “nanquim”, também se difundiu pelos povos do Oriente, propagando ainda mais a escrita, que evoluiu e chegou até nós quarenta séculos depois, trazendo o conhecimento dos livros e o entretenimento das histórias da ficção. Se hoje este livro de contos com temática livre chegou até suas mãos é porque bem lá atrás um oriental usou um pincel caligráfico com tinta nanquim para expressar ideias e sentimentos na criação de suas obras de arte.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nanquim: Contos e Crônicas de Temática Livre”, de ANTONIO GUEDES ALCOFORADO, publicado pela editora Andross, em 2015 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Andross
Páginas: 288
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8599267957
ISBN13: 9788599267950
Sobre a editora
Os livros da editora Andross convidam o leitor a navegar entre universos que oscilam entre o íntimo e o fantástico, com frequente presença de antologias e coletâneas que reúnem vozes diversas. A experiência de leitura varia do mergulho em emoções profundas e fragmentadas, como em poesias que exploram o interior humano, até narrativas distópicas que pintam cenários sombrios de controle e resistência. O catálogo sugere uma predileção por textos que desafiam o comum, seja por meio de contos de horror, fantasia, ou releituras adultas de contos de fadas, sempre com um tom que pode ser tanto reflexivo quanto tenso. Há obras mais narrativas, focadas em tramas e personagens, e outras mais experimentais, como microcontos e poemas que valorizam o ritmo e a linguagem.
