
Título: Nao Aceite Caramelos de Estranhos
Autor: Andrea Jeftanovic
Sinopse: São contos ousados, onze socos no estômago, em que o ambiente familiar e as relações íntimas são palco de frustrações, temores e perturbações; de amores profundos e grandes esperanças. O primeiro conto, “Árvore genealógica”, é um desafio ao leitor pela forma de afeto desvirtuada, uma reação perturbadora aos fatos, radicalizada e eivada de incompreensão. No entanto, o tom da coletânea é definido no conto que lhe dá título, “Não aceite caramelos de estranhos” — a dor de uma ausência que nada pode preencher, a relação com uma realidade absolutamente incompreensível e inaceitável. Jeftanovic confere a variadas personagens em situações extremas sua voz terna e inconvenientemente franca. Prêmio de Melhor Obra Literária de 2011 pelo Círculo de Críticos de Arte do Chile.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Nao Aceite Caramelos de Estranhos”, de Andrea Jeftanovic, publicado pela editora Mundaréu, em 2020 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Mundaréu
Páginas: 144
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 856825926X
ISBN13: 9788568259269
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,155
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Mundaréu conduzem o leitor por experiências densas e multifacetadas, que transitam entre relatos históricos, narrativas autobiográficas e reflexões culturais. O catálogo privilegia obras que exploram o cotidiano em contextos marcados por conflitos sociais, políticos e pessoais, muitas vezes com um olhar crítico sobre regimes autoritários e suas repercussões humanas. Há uma atenção especial à construção de atmosferas e à linguagem que envolve o leitor em tensões reais, ora por meio de personagens que enfrentam opressões, ora por meio de ensaios que dialogam com a tradição literária e filosófica. O tom pode variar do sombrio ao poético, mas mantém uma densidade que convida à reflexão profunda.
