
Título: Não vai dar tempo
Autor: Alex Xavier
Sinopse: Parem as rotativas!, eu diria, chamando atenção ao novo livro do repórter Alex Xavier. Ou mandaria um garrafal URGENTE. O nó é que, no jornalismo, uma hora tudo acaba ficando datado. As rotativas andam mais enferrujadas que as latas velhas das nossas ridículas forças armadas. E numa era em que os algoritmos já sabem de manhã o que você vai jantar, nada mais é urgente. Tudo ficou – como pedem os diretores de redação – pra ontem. O que tem pra hoje? Ficção de pura polpa, baseada em fatos – mas qualquer semelhança é mera coincidência. Em cada conto deste livro, AX foi pautado para um perfil, uma crítica, uma matéria. Porém, o que os sapatos gastos do repórter trouxeram para você não cabe em nenhum veículo de imprensa. Imaginação fervilhante, estilo sagaz e ironia fina; sustos, risadas, eventualmente lágrimas. Narrativas breves que olham a notícia pelo avesso, bordadas com tanta criatividade que nenhum manual de redação aprovaria. Melhor assim. Afinal, nada menos datado do que a prosa de invenção. Só a ficção nos salva. (Ronaldo Bressane)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Não vai dar tempo”, de Alex Xavier, publicado pela editora Editora Patuá, em 2022 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Patuá
Páginas: 120
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558642573
ISBN13: 9786558642572
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Patuá costumam apresentar uma leitura que combina poesia e narrativa com uma linguagem que transita entre o lírico e o coloquial. A experiência de leitura frequentemente envolve uma densidade emocional marcada por temas como a busca por identidade, a memória afetiva e os conflitos internos, muitas vezes explorados em formatos que vão do poema ao conto e à crônica. O tom pode variar entre o melancólico e o irônico, com narrativas que ora se apoiam em uma escrita mais experimental e fragmentada, ora em um estilo mais direto e acessível. O catálogo sugere uma presença forte de vozes jovens e contemporâneas, além de obras que dialogam com questões sociais e existenciais, sem se prender a um único gênero ou ritmo.
