
Título: Nefilins (Deuses #2): Sombria
Autor: Dirlene Rezende
Sinopse: Lidar com mudanças nem sempre é fácil. Ao descobrir que o mundo em que vive é completamente diferente do que imaginava, Leonna se vê entre seres que sempre acreditou serem mitologia. Além de ver que a Terra não pertence somente aos humanos, ela agora descobrirá o que realmente aconteceu com Elenia, um passado de glória que teve um fim terrível. Guiará seu povo, os Nefilins, contra o império que Marduk criou. Mas para isso, terá que conquistar novos aliados, seres que um dia já foram importantes para a vida na Terra e que agora voltam a ser fundamentais para a grande batalha que começa a ganhar corpo. Isso fará com que ela se veja diante de um novo inimigo: alguém que conhece suas limitações e todos os seus pontos fracos. E paralelamente a isto, descobrirá que seu amado Miguel nem sempre foi quem ela pensava ser. Leonna será capaz de vencer essa batalha e ainda decidir entre o amor por Miguel e o ódio por descobrir toda a verdade?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nefilins (Deuses #2): Sombria”, de Dirlene Rezende, publicado pela editora MODO, em 2016 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: MODO
Páginas: 200
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8584050981
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Modo costumam explorar narrativas que combinam elementos sobrenaturais e dramas pessoais, frequentemente ambientados em contextos contemporâneos ou históricos com toque fantástico. A experiência de leitura é marcada por personagens que enfrentam conflitos internos e externos, como revelações familiares, batalhas por poder e descobertas de mundos ocultos, criando um clima de tensão e mistério. O tom varia entre o emocional e o aventureiro, com histórias que transitam entre o romance, a fantasia e o suspense, muitas vezes com protagonistas jovens ou em fases de transformação. O catálogo sugere uma preferência por tramas que mesclam o real e o imaginário, com ritmo que pode ser tanto introspectivo quanto dinâmico, dependendo da obra.
