
Título: Negra Cicatriz: O Parto da Dor
Autor: Arthur Protasio
Sinopse: Negra Cicatriz é um universo de mistério, investigação e vingança concebido por Arthur Protasio. O Parto da Dor é seu primeiro episódio e narra a experiência traumática — ou melhor, a cicatriz — de um não-tão-experiente protagonista que recebe um irrecusável pedido de socorro. Inspirado em obras oriundas de diferentes mídias, como Sin City, Jogos Mortais, Hitman: Codename 47; e por autores como Raymond Chandler e Charles Bukowski; este é um mundo contemporâneo em que a sociedade permanece asquerosa — como sempre foi e há de ser. Sejam pequenas, feias, motivo de orgulho, acidentais, físicas ou psicológicas; cada cicatriz é uma história. As únicas pessoas que não as exibem são aquelas que conseguem escondê-las ou as que em breve as terão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Negra Cicatriz: O Parto da Dor”, de Arthur Protasio, publicado pela editora Oito e meio, em 2013 e com 75 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oito e meio
Páginas: 75
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788563883476
Sobre a editora
Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.
