
Título: Nem Tudo é Música
Autor: Alexandre Ricardo
Sinopse: Em uma geração que se comunica por memes, emojis e boatos de Whatsapp, faz sentido parar para pensar sobre o mundo à nossa volta? O jornalista Ricardo Alexandre acredita que sim. Conhecido principalmente por seus textos, programas, livros e filmes sobre música, sua experiência como articulista e colunista sempre rendeu generoso espaço para muitos outros assuntos. Nem tudo é música reúne 34 de seus melhores textos sobre cinema, sociedade, comunicação, política, televisão e espiritualidade, entre outros temas caros ao autor. De futebol a Eike Batista, de Luciano Huck a Silas Malafaia, do casamento gay a Divertidamente, de Jair Bolsonaro a Oliver Sacks, este livro deve ser entendido como um gentil convite ao diálogo e ao exercício de olhar para o noticiário de forma menos polarizada e mais articulada.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Nem Tudo é Música”, de Alexandre Ricardo, publicado pela editora Arquipélago, em 2018 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Arquipélago
Páginas: 176
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8554500229
ISBN13: 9788554500221
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Arquipélago costumam apresentar um olhar atento às transformações sociais, culturais e tecnológicas contemporâneas, frequentemente atravessados por análises críticas sobre o Brasil e o mundo. A experiência de leitura envolve textos que combinam narrativa jornalística, ensaios e reflexões profundas, com temas que vão desde questões políticas e ambientais até as dinâmicas da comunicação digital e as relações humanas. O tom dos livros varia entre o analítico e o sensível, com ritmo que alterna entre a densidade de debates éticos e jurídicos e a fluidez de relatos pessoais e biográficos. O catálogo indica uma preocupação em explorar tanto os impactos das novas tecnologias quanto as tensões sociais estruturais, sempre com uma linguagem acessível, mas que convida à reflexão cuidadosa.
