
Título: Nicho de La Verguenza, El
Autor: Ismail Kadare
Sinopse: Situada cronológicamente en la primera mitad del siglo xix, bajo la dominación otomana de Albania, 'El Nicho de la Vergüenza' participa de la confusa atmósfera de los sueños. La lejana y prolongada rebelión que allí mantiene Alí de Tepelena, la promulgación punitiva de la ley del Cra-cra -la prohibición de las tradiciones, incluso de la propia lengua albanesa-, la inquietante imagen de un carro negro recorriendo interminablemente los caminos del Imperio, la naturaleza del extraño Palacio de los Sueños, hacen de esta novela de Ismail Kadaré uno de los hitos de su obra. La presente edición ha sido minuciosamente revisada por Ramón Sánchez Lizarralde, autor de la traducción, de acuerdo con la edición definitiva de su obra que acometió el autor, libre ya de trabas, a partir de que obtuviera asilo político en Francia en 1990. Acabamento: Paperback. Peso: 214g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Nicho de La Verguenza, El”, de Ismail Kadare, publicado pela editora Alianza Editorial, em 2001 e com 192 páginas, integra a categoria Romance - Estrangeiro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Alianza Editorial
Páginas: 192
Ano: 2001
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9788420672571
Sobre a editora
Os livros da editora Alianza Editorial oferecem uma experiência de leitura marcada pela densidade literária e pelo diálogo entre tradição e inovação. O catálogo privilegia narrativas que exploram conflitos humanos profundos, como dilemas morais, identitários e existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou culturais específicos, como o Japão do século XX ou a Europa moderna. Há uma atenção especial a obras que combinam rigor intelectual com um tom reflexivo e, por vezes, crítico, seja na forma de ensaios que desconstroem preconceitos, seja em romances que mesclam realismo e elementos fantásticos. O ritmo das obras varia entre o mais contemplativo e o mais tenso, com personagens complexos que enfrentam desafios internos e externos em narrativas que estimulam a reflexão.
