
Título: Nietzsche e a Arte de Decifrar Enigmas
Autor: Scarlett Marton
Sinopse: Decifrador de enigmas, Nietzsche espera que o leitor decifre seus enigmas. Tarefa sem fim que implica diversificar questões, multiplicar perspectivas, aventurar-se em novos experimentos. Uma vez que Nietzsche critica a vontade de verdade, não caberia apreciar até que ponto suas considerações são verdadeiras ou falsas. Uma vez que ataca a lógica dualista presente no pensar metafísico, não seria o caso de reclamar um raciocínio linear, que distinguiria com clareza o sim e o não. Na medida em que combate os sistemas filosóficos, não deveria exigir de seus textos longas cadeias argumentativas e minuciosas demonstrações. O leitor de Nietzsche tem de conviver com suas estratégias, decifrar seus enigmas. É o que pretendem esses treze ensaios, fruto de intenso diálogo da autora com colegas europeus.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Nietzsche e a Arte de Decifrar Enigmas”, de Scarlett Marton, publicado pela editora Edições Loyola, em 2014 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 312
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515041839
ISBN13: 9788515041831
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,335
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
