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NINGUÉM ME ENSINOU A MORRER

Título: NINGUÉM ME ENSINOU A MORRER

Autor: Mike Sullivan

Sinopse: Miguel é fotógrafo de cemitérios. Artista reconhecido, premiado. Miguel possui dinheiro, fama e nenhum amor. Mesmo entre amigos, Miguel está só, terrivelmente só. Com maestria, o escritor Mike Sullivan explora neste livro o universo de um homossexual oprimido pela família religiosa e o custo dessa repressão ao longo de sua vida. Entre drogas, cinismo e abandono, o personagem se destrói perante a sociedade, e ao mesmo tempo cresce diante do leitor. Acompanhamos sua trajetória por diversos cemitérios, como o bizantino, com suas sepulturas em formato de pequenas igrejas, ou ainda nas ruínas de capelas perdidas em beira de estrada, nos balcões de bares gays, em casa à espera do próximo michê. Num fino diálogo com Deus, surgem discussões existenciais e também sobre ignorância e preconceito. Tudo isso alinhavado por um enredo instigante, que trata da fascinação do homem pela morbidez, capaz de prender cada um de nós ao destino de Miguel e de todas as mortes de sua vida. Ninguém me ensinou a morrer é, em definitivo, um livro para ser vivido. Paula Fábrio

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “NINGUÉM ME ENSINOU A MORRER”, de Mike Sullivan, publicado pela editora Editora Reformatório, em 2018 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Editora Reformatório

Páginas: 264

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8566887387

ISBN13: 9788566887389

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,260
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,40

Sobre a editora

Os livros da editora EDITORA REFORMATORIO convidam a uma imersão em narrativas densas, que exploram conflitos humanos profundos e dilemas existenciais. A experiência de leitura frequentemente traz personagens marcados por solidão, opressão social ou familiar, e uma busca intensa por sentido, muitas vezes ambientada em cenários que vão do urbano contemporâneo a comunidades rurais ou históricas. O tom das obras varia entre o poético e o cru, com histórias que transitam entre o realismo psicológico e a reflexão sobre temas como morte, memória, identidade e poder. O catálogo revela uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a confrontar a complexidade das relações humanas e a fragilidade das certezas cotidianas.

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