
Título: Nosso Belo Amanhã
Autor: Cory Doctorow
Sinopse: Em um futuro próximo, Jimmy, um pré-adolescente trans-humano, caça wumpus — monstros mecânicos que transformam matéria inorgânica em solo arável — e defende a última cidade sobre a Terra, preservada como relíquia da Era da Ciência. Quando se depara com uma menina, de “carne”, do grupo rival dos Ecochatos, Jimmy terá que escolher entre a imortalidade e o sexo, em uma das mais ousadas histórias de Cory Doctorow, autor bestseller do New York Times com o romance Pequeno irmão. Cory Doctorow é romancista, blogueiro e ativista tecnológico. Coeditor do site Boing Boing e articulista do The Guardian, New York Times e da Wired. Foi diretor da Electronic Frontier Foundation, uma organização civil de defesa da liberdade na tecnologia. Esta edição inclui seu célebre texto “Criatividade versus copyright”, uma defesa do autor e da liberdade de publicação com o poder do digital.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nosso Belo Amanhã”, de Cory Doctorow, publicado pela editora Ímã Editorial, em 2012 e com 101 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ímã Editorial
Páginas: 101
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Ímã Editorial costumam explorar tensões sociais e humanas profundas, muitas vezes a partir de narrativas que desvendam conflitos pessoais em contextos históricos ou culturais específicos. A experiência de leitura é marcada por personagens que enfrentam dilemas intensos, como opressões familiares, raciais ou políticas, em ambientes que vão do cotidiano urbano a cenários distantes e simbólicos. O tom varia entre o literário e o documental, com obras que transitam entre o romance, a crônica e o relato histórico, revelando uma preferência por histórias que provocam reflexão sobre identidade, memória e resistência. O catálogo sugere uma diversidade que vai do intimismo onírico a relatos de confrontos sociais, com ritmo que pode ser tanto fluido e envolvente quanto tenso e urgente.
