
Título: Nunca o Nome do Menino
Autor: Estevão Azevedo
Sinopse: Em Nunca o nome do menino, a personagem principal, uma mulher, nos relata os dias de sua vida que se seguiram ao momento em que ela descobre seu status de personagem de uma ficção que não aprecia e cujo autor despreza. Em seu labirinto literário, dois tempos distantes de sua vida nos são narrados, duas linhas que se estendem da primeira à última página como serpentes ávidas por devorar o próprio rabo e criar uma narrativa de vertigem, repleta de espelhamentos, ciclos e sentimentos. Ela nos conta os fatos de sua vida passada – sua infância, o amor de um menino, o convívio com o próprio corpo em transformação, a relação com os pais – que a conduziriam a tal descoberta. O que fazer diante de tão angustiante possibilidade? À personagem deste livro resta amputar o dedo mínimo da mão esquerda, imaginando com isso arrancar pelo menos algumas letras das palavras que a descrevem. Ao leitor, cabe percorrer as páginas de lirismo e delicadeza do primeiro romance de Estevão Azevedo e aceitar o desafio de pensar que sua própria vida pode também ser uma ficção.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nunca o Nome do Menino”, de Estevão Azevedo, publicado pela editora Terceiro Nome, em 2008 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Terceiro Nome
Páginas: 184
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Terceiro Nome conduz o leitor por trajetórias que mesclam história, cultura e memória brasileira, frequentemente ancoradas em relatos pessoais ou pesquisas detalhadas. O catálogo privilegia obras que exploram contextos sociais e políticos, como a economia em períodos específicos do século XX, o Holocausto e o cangaço, sempre com um olhar que combina rigor documental e sensibilidade narrativa. Há também espaço para abordagens antropológicas e artísticas que ampliam a percepção sobre identidade, território e práticas culturais, muitas vezes com formatos diferenciados, como textos acompanhados de DVDs ou imagens panorâmicas. O tom varia entre o analítico e o lírico, com alguns livros que desafiam o leitor a refletir sobre a própria existência ou a memória coletiva.
