
Título: O amor é para os parvos
Autor: Manuel Jorge Marmelo
Sinopse: Mas será só isto o amor? Ou antes, na sua plenitude, o acto meio inconsciente que leva a caminhar às cegas no arame estendido sobre o precipício? Pode a convivência quotidiana - monótona - entre um homem e uma mulher ser confundida com o verdadeiro amor? Numa solitária viagem ao passado, conversando com o espectro de uma mulher que continua a habitar o seu quarto, um homem revisita as memórias de uma antiga paixão, tornada impossível pelas próprias contradições que o amor encerra e pelos estranhos labirintos que a loucura do narrador arquitecta. Um monólogo íntimo e, às vezes, perturbador, onde se fala também do peso das palavras, dos laços que é necessário quebrar para que a morte deixe de causar temor e do momento de libertação que se esconde por trás do acto de suicídio.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O amor é para os parvos”, de Manuel Jorge Marmelo, publicado pela editora Campo das letras, em 2001 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Campo das letras
Páginas: 120
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9726102863
ISBN13: 9789726102861
Sobre a editora
Os livros da editora Campo das Letras convidam a uma imersão em contextos históricos e culturais densos, onde a narrativa frequentemente se ancora em episódios marcantes do século XX, como o franquismo espanhol e a literatura portuguesa. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e, por vezes, tenso, que explora conflitos ideológicos e identitários com profundidade. O catálogo revela um interesse claro por textos que mesclam análise política, memória social e literatura, com obras que transitam entre o ensaio, o romance e o drama. A linguagem varia do mais narrativo ao mais ensaístico, mantendo um ritmo que privilegia a densidade informativa e o rigor na construção dos temas. Em meio a esse panorama, a editora também apresenta trabalhos que dialogam com a cultura lusófona em suas múltiplas facetas, ampliando o espectro para além da mera crônica histórica.
